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Conheça as ameaças que mais atacaram usuários de Windows e Android

F-Secure aponta para um aumento na quantidade de software malicioso concebido para extorquir dinheiro de usuários de celulares e PCs na segunda metade de 2014
Da Redação
07 de Maio de 2015 – 11h13
Levantamento da F-Secure aponta um aumento na quantidade de software malicioso concebido para extorquir dinheiro de usuários de celulares e PCs. Segundo um relatório recente da provedora de tecnologias de segurança, malwares como mensagens SMS que disseminam vírus do tipo Cavalos de Troia e ransomware continuam a se alastrar, tornando-se uma notável presença no cenário atual das ameaças digitais.
A pesquisa identificou que o malware que mais cresce entre dispositivos móveis é o chamado SmsSend. Das 574 variantes conhecidas dessa ameaça, 259 foram identificadas na última metade de 2014. “O SmsSend gera lucros para os criminosos infectando dispositivos Android com um Cavalo de Troia que envia mensagens SMS para números associados a serviços tarifados”, detalha.
Os ransomware – tipo de malware que restringe o acesso ao sistema infectado e cobra um valor de “resgate” para que o acesso seja restabelecido – também continuam a infectar os usuários de dispositivos móveis. Um dos mais conhecidos é o Koler and Slocker, identificado como uma das principais ameaças para dispositivos Android.
“Por causa de moedas virtuais, está se tornando ainda mais fácil para os criminosos usar ransomware. Para os usuários finais, esse é hoje o tipo mais importante de ameaça digitais”, diz Mikko Hypponen, Chief Research Officer da F-Secure.
A pesquisa também detectou um aumento da incidência de ransomware para PCs. Entre as principais famílias desse tipo de vírus está o chamado Browlock e figura entre as maiores ameaças identificadas no relatório.
Outras ameaças na lista incluem famílias de malware mais conhecidos, como o Worm Conficker/Downadup, o vírus Sality e as diversas cepas do vírus Ramnit. Essas três famílias respondem por 55% do total de detecções da lista.
Um novato na lista inclui a família Kilim de extensões maliciosas para browser e respondem por 11% dentre as maiores ameaças detectadas pela fabricante de segurança. As extensões visam as contas do Facebook e são usadas para postar conteúdo indesejado, além de roubar informações.
Segundo Hypponen, compreender os motivos dos criminosos digitais está se tornando uma parte vital da segurança cibernética, por lançar luz sobre o porquê de determinados ataques usarem combinações de malware e táticas. “Não temos esperança de nos defendermos se não compreendemos quem são os cybercriminosos”.
O relatório completo está disponível aqui e contém mais informações acerca de novos desenvolvimentos, ameaças regionais e detalhes referentes ao cenário das ameaças digitais da segunda metade de 2014.
Fonte: http://computerworld.com.br/conheca-ameacas-que-mais-atacaram-usuarios-de-windows-e-android